Cidades do ABC liberam vacina contra a gripe para toda a população

As cidades do Grande ABC passam a disponibilizar, a partir desta segunda-feira (1/6), a vacina contra a gripe para toda a população a partir dos seis meses de idade. A ampliação segue orientação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que estendeu a campanha de imunização para os 645 municípios paulistas diante da circulação de vírus respiratórios e da necessidade de ampliar a cobertura vacinal.

A vacinação continua sendo realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos municípios, conforme os horários e estratégias definidos por cada rede municipal de saúde. Mesmo com a ampliação do público-alvo, a recomendação é que os grupos prioritários, incluindo idosos, gestantes, crianças pequenas e pessoas com comorbidades, mantenham atenção especial à imunização, por apresentarem maior risco de desenvolver formas graves da doença.

De acordo com o Governo do Estado, mais de 5,6 milhões de doses já foram aplicadas em São Paulo neste ano. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a influenza, contribuindo para a redução de internações e complicações decorrentes das síndromes respiratórias, especialmente durante os meses mais frios.

Além da vacinação, as autoridades de saúde orientam a população a adotar medidas preventivas, como a higienização frequente das mãos, a manutenção de ambientes ventilados e a atenção aos sintomas respiratórios.

No Grande ABC, a medida reforça os esforços regionais para ampliar a proteção da população durante o período de maior circulação dos vírus respiratórios, reduzindo a pressão sobre os serviços de saúde e fortalecendo as ações de prevenção nos sete municípios.

O secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, Aroaldo Silva, ressaltou que a ampliação da vacinação para toda a população é uma medida importante para aumentar a cobertura vacinal e reduzir a circulação do vírus da gripe na região. “Fazemos um chamado para que a população procure a unidade de saúde mais próxima e se vacine. Quanto maior a cobertura vacinal, maior a proteção coletiva e menor o impacto das doenças respiratórias sobre o sistema de saúde”, afirmou.