Com a construção de novos ecopontos, São Bernardo consolida política pública estruturada de gestão de resíduos
Com a implantação de novos ecopontos na cidade, ampliando o acesso da população a soluções adequadas para o descarte regular de resíduos, a Prefeitura de São Bernardo, sob gestão de Marcelo Lima, segue evoluindo na execução de uma política pública estruturada, contínua e orientada na área de sustentabilidade. Não à toa São Bernardo figura na 1ª posição no Estado e 10ª no País no Índice de Sustentabilidade em Limpeza Urbana (ISLU) 2025 entre municípios com mais de 250 mil habitantes.
Nos últimos quinze dias, a gestão municipal anunciou a construção de dois novos ecopontos, sendo um na Avenida Pery Ronchetti, região do Nova Petrópolis, e outro no bairro Jordanópolis. Outro equipamento nestes moldes também está em construção na região do pós-Balsa e deve ser inaugurado nas próximas semanas.
"Até o final deste ano nossa meta é termos 20 unidades em funcionamento, contemplando todas as regiões da cidade. Essa iniciativa está inserida em um planejamento mais amplo de gestão ambiental, que posiciona o município no caminho para a universalização da coleta seletiva, reforça a presença do poder público nos bairros e contribui diretamente para o combate ao descarte irregular", declarou o prefeito Marcelo Lima.
Os ecopontos são espaços onde a população pode descartar corretamente resíduos da construção civil (até 1m³ por obra), além de papel, vidro, plástico, metal e objetos volumosos, como móveis e utensílios domésticos. Atualmente, o município conta com 15 estruturas para descarte de resíduos recicláveis distribuídas por diferentes bairros, incluindo unidades no Centro e no Jardim Campestre, entregues em 2025.
COLETA SELETIVA - Além dos ecopontos, a coleta seletiva em São Bernardo também ocorre no modelo porta a porta, com caminhão especial, de forma descentralizada e com diferentes opções de acesso para a população, conforme cronograma disponível no site da SBS, empresa responsável pela coleta na cidade: https://sbclimpeza.com.br/coleta-seletiva
Nos últimos três meses, foram investidos aproximadamente R$ 1.280.905,76 na coleta seletiva. No mesmo período, a cidade reciclou, em média, 1.386,3 toneladas de resíduos por mês, enquanto cerca de 25.691,9 toneladas mensais foram destinadas ao aterro sanitário.
CIDADE PREMIADA - Esse conjunto de ações coloca o município em destaque no cenário nacional. São Bernardo recebeu a maior pontuação na esfera de São Paulo e 10ª maior do Brasil no Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana – conforme estudo da Abrema (Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente), com base em dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento do Ministério das Cidades, do Governo Federal - e conquistou, em 2025, a melhor nota do Grande ABC no programa estadual Município VerdeAzul, o maior desempenho desde a adesão, em 2017. O selo de qualidade ambiental é concedido pelo Estado às prefeituras que demonstram compromisso e eficácia na implementação de políticas de sustentabilidade.
"Os indicadores refletem uma política pública consistente, baseada em metas claras, investimento contínuo e foco em resultados", afirmou o secretário municipal de Serviços Urbanos, Luiz Bortoletto.
Os esforços de São Bernardo vão além da infraestrutura e incluem investimentos na modernização dos serviços e na mudança de cultura da população. Exemplo disso foi a incorporação à frota da coleta seletiva de 22 motos elétricas e 12 novos caminhões. "As motocicletas chegam a locais onde os caminhões não conseguem acessar, garantindo que São Bernardo avance rumo à coleta em todo o território", acrescentou Bortoletto.
FORTALECIMENTO DAS COOPERATIVAS - Dentro dessa estratégia, o fortalecimento das cooperativas de reciclagem é tratado como eixo central de desenvolvimento social e econômico. Desde fevereiro de 2025, a administração municipal já destinou quase R$ 1,3 milhão ao setor, com reajuste de 51% no valor pago por tonelada de material reciclável, que passou a R$ 185,96. A medida garante previsibilidade de renda, valoriza o trabalho dos cooperados — que podem ultrapassar R$ 4 mil mensais - e consolida a reciclagem como instrumento de inclusão produtiva e de economia circular.

